Carreta da saúde chega à Prado para rastreamento do câncer de mama‏


A carreta do Saúde Sem Fronteiras vai atender centenas de mulheres pradenses durante os dias 15 e 26 deste mês de outubro. A ação está sendo realizada através da parceria entre a Secretaria Municipal de Saúde, a SESAB e o Ministério da Saúde.

Ao lado da carreta, estacionada em frente ao Banco do Brasil, no centro da cidade, a Prefeitura do Prado providenciou a instalação de banheiros químicos para atender à população, durante os dias de atendimentos.

RASTREAMENTO DO CÂNCER

Profissionais da rede municipal de saúde estão realizando o levantamento e o cadastro das mulheres que serão atendidas gratuitamente, numa grande mobilização para combater o surgimento de câncer de mama em mulheres de 50 a 69 anos, faixa etária considerada de risco para a doença.

A ação faz parte das estratégias do Sistema Único de Saúde (SUS) e da Secretaria Estadual de Saúde contra o surgimento da doença. Segundo o Secretário Municipal de Saúde, Luciano Mota, “a atuação de forma preventiva contribui para reduzir o número de pacientes com o câncer nas glândulas mamárias”, destaca.

O CÂNCER DE MAMA

Para as mulheres com diagnóstico positivo, o tratamento cirúrgico, quimioterápico ou radioterápico será realizado em unidades de alta complexidade em oncologia na região de residência das pacientes. Este programa é uma ferramenta de acesso da mulher às ações de prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer de mama.

 

Segundo tipo mais frequente no mundo, o câncer de mama é o mais comum entre as mulheres, respondendo por 22% dos casos novos a cada ano. Se diagnosticado precocemente e tratado oportunamente, as chances de cura chegam a 95%. De acordo com o Instituto nacional do Câncer (INCA), a estimativa de novos casos no estado da Bahia, para este ano é de 2.560.

 

De acordo com dados registrados pela Sesab, em 2015, até setembro, foram 540 óbitos causados pela doença, uma taxa de 7,1 a cada 100 mil mulheres. Em 2014, esse número chegou a 743 no ano inteiro, uma taxa de 9,7 a cada 100 mil mulheres. Ao todo, em 2014, foram 3.030 internações contabilizadas, número que em 2015, até o mês de junho, atingiu 1.490.